O que deixar em 2017?

Olá querido Leitor!
Estamos a poucos dias do final do ano de 2017.
Sempre que um ano está prestes a terminar, parece que existe a necessidade de avaliar o que passou para projetar o próximo ano. Isso não significa que as coisas vão acontecer 100% como você idealizou, mas, podem concretizar-se a 90%.

O vídeo acima é de Marieli Mallmann, uma inspiração para mim, que sigo no youtube. Pode conhecer o conteúdo de Marieli aqui.

Avaliei com detalhe todo o ano de 2017. Foi um intenso. Cheio de trabalho. Trabalhei muito, mas, poderia ter desperdiçado menos tempo. Como ainda não percebia muito bem a importância de ter um único foco. Comecei o ano meio que baralhada, sem saber muito bem por onde começar. Ok, um ano novo vai começar, tenho ideia do que quero fazer, mas tudo na cabeça. Conclusão, tive que recomeçar muitas vezes. Alterar objetivos. Definir prioridades. Refazer tarefas. Re-projetar, Re-fazer, Re-Iniciar. Foram muitos re-  ao longo do ano. Algo que definitivamente vai ficar em 2017.

Até meados de junho, foram muitas tentativas de acertos e erros pelo caminho. Depois de setembro, as ideias já estavam claras. O que não fazer já estava aprendido. Outubro foi o mês do delete. Isso mesmo. O que não acrescenta também não vai atrapalhar. Novembro foi o mês da pausa necessária antes de começar a trabalhar 2018. O leitor leu bem. Dezembro foi o mês de dar os primeiros passos de 2018. As ideias estão no lugar. As metas estão no papel. O projeto está em ação. A motivação e a inspiração então no foco.

O que fica em 2017?
Como referi à pouco, tive que recomeçar do zero muitas vezes. Mais chato que recomeçar foi ter que alterar conceitos e formas de trabalho quando algumas coisas já estavam no ar. Foi muito chato. Mas aprendi. Principalmente a ter que me livrar de pesos mortos. Por mais que isto lhe pareça agressivo, a verdade é que, ao longo do ano vamos acumulando coisas que só nos atrapalham e o sucesso depende grandemente de ter a coragem de se livrar desses pesos mortos. Podem ser pessoas, podem ser situações, podem ser lugares, podem ser objetos... Tudo isto fica em 2017:

-Falta de 1 objetivo
-Ausência de foco
-Falta de mapa de ação
-Desorganização
-Falta de rotina/hábitos
-Preguiça
-Espectativa 
-Confiança em quem não merece
-Alianças inadequadas
-Dispersão
-Insegurança

Hoje sei que o ano novo deve ser encarado como uma viagem. Programado e agendado com antecedência. Saber qual o destino, é o principal. Se encarar o ano novo como uma viagem, vai ser mais fácil viver e atingir a realização.

Qual o destino?
Qual o orçamento inicial?
O que é importante e Urgente para levar para 2018?
O que é necessário mas não urgente?
O que é necessário colocar na bagagem?
O que é peso morto?
Quais as escalas (pausas)?
e por ai vai...

Estar minimamente preparado é fundamental para o sucesso.
No próximo post vou anexar um pdf da minha autoria, onde vai poder baixar e partilhar (se assim o entender) que o vai ajudar grandemente a organizar a sua vida.
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